A terceira edição do Santa Catarina Dança trouxe diversas modalidades ao palco, dentre elas estava o hip hop. O festival que inicialmente era apenas para crianças teve em sua terceira edição a participação de grupos adultos e avançados. O evento aconteceu no teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, e iniciou-se às 8 da noite dos dias 9, 10 e 11 de outubro.
O evento contava com participantes de categorias competitivas e alguns participantes da mostra, a festa contou inclusive com a participação especial do grupo Hip Hop Soul, campeão do 8° festival Internacional de Hip Hop. “É um evento que vem crescendo cada vez mais, tem um público fiel, e grupos que já o tem no calendário de eventos. É um bom evento, com organização, gente interessada em fazer alguma coisa em prol da dança. Gosto muito de como ele está caminhando. Daqui a pouco teremos um grande evento na cidade”, disse Rodrigo de Carvalho, integrante do Hip Hop Soul.
Os ritmos eram divididos por noites, e no dia 11, domingo, foi a vez do hip hop no palco. O vencedor da categoria foi o grupo de dança Elizabeth Konder. E o próximo evento da categoria que está no calendário é o festival Nacional de Jaraguá do Sul, no dia 24 de outubro.
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Florianópolis é mais uma vez o palco de um grande espetáculo
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Ritmo e Poesia
O Rap tem diversas definições, mas a principal é: um ritmo feito através de poesia – escritas ou improvisadas. E assim como o Dj, é um dos pilares da cultura hip hop.
O rap, apesar de parecido com o hip hop, se diferencia na velocidade em que é cantado (ou falado), mas o principal é que não é acompanhado de nenhum instrumento. No máximo um DJ mixer ou um beatboxer. Diferente do hip hop, que pode ou não ser acompanhado por instrumentos.
Esse ritmo é diferente em cada localização, no Brasil por exemplo, é muitas vezes usado para contar a história de vida de alguém, em outros países é comum que se cante a realidade social de um bairro e/ou outros lugares. Ou seja, são formas diferentes de despertar a sociedade para a realidade.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
DJ, DJing ou Disc Jockey
O DJ é o operador de discos, é ele quem faz as bases e as montagens dos ritmos que fazem parte de todos os outros elementos do Hip Hop.
Atualmente o Dj é considerado como músico. É ele quem introduz os scratches, as mixagens e e efeitos para a composição de novos sons. Um exemplo de composição é o Breakbeat, que é uma batida criada em cima de uma composição já existente. O criador do breakbeat foi o DJ Kool Herc (já citado em postagens anteriores) e possibilitou que os b.boys pudessem dançar e os MC’s cantar. Existe também o Beat-Juggling que é a criação de composições nos toca-discos, com canções e discos diferentes.
Há dois tipo de DJ’s, o de grupo (de bailes, festas e eventos em geral) e o DJ de competição, este se apresenta geralmente contra outro DJ, criando diferentes sons através do vinil, ganha quem fizer o melhor som.
Os DJ’s, não só no hip hop como em todos os estilos musicais, são músicos de grande importância na criação de sons e músicas da atualidade. São eles que comandam a festa nas boates de todo Brasil.
domingo, 27 de setembro de 2009
E nasce o Hip Hop
O hip hop surgiu nos subúrbios de Nova Iorque, no final da década de 60. O nome é originado da junção
das palavras Hip – balançar os quadris – e Hop – salto, termo criado por Nigga Afrika Bambaataa (que foi da organização Zulu Nation – entidade que invocava a “Paz, União e Diversão”).
No início os adeptos desse ritmo eram apenas “as minorias”, africanos e latinos que residiam em Nova Iorque. O movimento começou em forma de luta pela igualdade dos direitos civis, as rimas intervencionistas, combinadas com um ritmo dançante, expressavam indignação e revolta com a realidade.
O movimento Hip Hop possui quatro subgrupos, o Djing (que seria o músico sem instrumento, e/ou beatboxer) quem cria o som para o RAP, o B.Boying (a dança B. Boy, Poppin, Lockin, Up-rockin e Freestyle) representando a dança, o Mcing (com ou sem utilizar das técnicas de improviso) representa o canto e o Writing (escritores e/ou grafiteiros) representa a arte plástica, expressão gráfica nas paredes utilizando o spray. Dentro do subgrupo B. Boying existe ainda outras divisões que são os estilos de dança, que além dos já citados existem diversos outros que se espalham cada vez mais pelo mundo, cada lugar possui uma variação diferente ao estilo já existente.
Com o tempo o hip hop deixou de ser exclusivo das comunidades afro-americanas e passou a tomar conta das ruas, chegando também às gangs nova-iorquinas. A violência nas ruas deu lugar a disputas de Break e de rap como forma de afirmação.
Expressões como "yo", "can you fell it?", "check it out", completam a maioria das frases dos adeptos deste novo estilo de vida, no Brasil outras expressões são usadas como “mano”, “mina”, “playboy” e muitas outras. Uma linguagem corporal ritmada, um léxico alternativo e as roupas largas são alguns dos elementos que compõem esta forma de estar tão própria: o hip hop.
Existem também outras versões de como surgiu o Hip Hop, algumas contadas por pessoas que viveram o surgimento do hip hop. Essa que escrevi é apenas uma delas, que aprendi a partir de leitura e de convivência com pessoas adptas ao estilo hip hop e que conhece muito de seu surgimento, se alguém tiver interesse de saber mais clique aqui!
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