"Músico lidera ONG que presta serviços sociais através da cultura hip hop"
São José dos Campos recebeu hoje (7), às 19h, o DJ norte-americano Kevin Donovan, o Afrika Bambaataa, criador do hip hop, estilo musical que nasceu na década de 1970, em Nova Iorque, Estados Unidos. O músico ministrou a palestra gratuitamente, sobre os 35 anos da cultura hip hop.
O evento foi realizado pela Secretaria de Juventude, em parceria com a ONG Zulu Nation e aconteceu no Espaço Cultural Flávio Craveiro, na Avenida Lênin.
Bambaataa dividiu com o público suas experiências na música e contou sobre os sucessos e parcerias com nomes consagrados no meio. Ícone do hip hop mundial, o DJ influenciou o estilo feito no Brasil ao criar as bases para o surgimento do Miami Bass e do gênero freestyle, as principais influências para o funk carioca.
Além de músico, Afrika Bambaataa também lidera a Zulu Nation, ONG com representação em 50 países e que presta serviços sociais por meio da cultura hip hop.
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Lado A e lado B
Acho que todo mundo tem dois lados. Um é um tipo de máscara, e serve para as coisas mais chatas, como aula, trabalho e encarar a falta de grana. O outro, o melhor lado em minha opinião, é o lado dos domingos no parque, das brincadeiras com bichinhos de estimação e o lado em que ser preguiçoso não é tão ruim quanto parece. O lado que não se preocupa com nada e está ali pra dar um pouco de sossego ao pobre lado A.
No dia-a-dia o meu lado que predomina é o lado mala. O lado que acorda às cinco e meia da manhã e faz café, que se arruma de qualquer jeito e que acorda a própria mãe: mãe to indo pra aula! Lado que apesar do bom humor não é completo.
Já meu lado B... Ah, esse sim é boa gente. Ama cultura, música e principalmente dança. Esse meu lado só quer saber de diversão, ele dança desde os oito anos, mesmo que mal, mas dança.
Às vezes queria só ter o lado B, mas ai esse se tornaria o lado A e eu teria que criar um alterego que suprisse a falta do outro lado. E sabe o que mais me faz pensar em deixar meu lado bom predominar? Que talvez assim eu pudesse somente dançar. Mas dançar no bom sentido, aquele que você coloca sua música favorita no toca disco e se deixa levar por ela.
Essa semana me deixei levar. Amarrei o pouco cabelo que me restou depois que cortei, calcei meu adidas star e fui fazer minha primeira aula de dança de rua. Já ouviu falar das cerimônias de libertação que existe em algumas igrejas espalhadas pelo mundo? Pois é, dizem que o pastor coloca a mão sobre a cabeça dos fiéis, faz algumas orações e espanta o demônio interior de cada um. Eu nunca fui! Mas a dança de rua teve o mesmo efeito! Até meu lado A se divertiu!
Antes se alguém me perguntasse o que eu faria para que meu lado A não surtasse eu diria que me trancar no meu quarto seria a solução. Mas hoje, depois de ter conhecido o hip hop, e visto o bem que me faz ler e escrever sobre ele, e no momento dançar, não recomendaria outra coisa.
Contudo o melhor de tudo foi poder unir meus dois lado e poder dizer que me senti completa, simplesmente Natália.
domingo, 4 de abril de 2010
No berço
Foi nos Estados Unidos a nação que deu origem ao hip hop, um movimento cultural iniciado na década de 70 na Cidade de Nova Iorque. A cultura atingiu primeiramente os afro-americanos e os hispânicos que viviam nos “guetos” da cidade.
Por muitos anos, o hip hop permaneceu conhecido apenas nos bairros mais humildes de Nova York, mas começou a se espalhar para áreas urbanas próximas como Filadélfia e Nova Jersey com o tempo. Durante o início em meados de 1980, o hip hop sofreu diversificação regional, enquanto Nova York atingiu o primeiro reconhecimento nacional pelas gravações do hip hop. Cidades como Miami, Los Angeles, Detroit, Cleveland, Atlanta, Chicago, Houston, Dallas e Memphis desenvolveram os seus próprios estilos, incorporando influências locais.
Começando com NWA, o hip hop da costa leste, baseado principalmente em Los Angeles, se tornou um sucesso. Pela primeira vez, Nova Iorque não foi a única cidade no mapa do hip hop. Os dois eram rivais em muitas maneiras, estimulando a rivalidade das Costas Leste-Oeste. No final dos anos 90, muitas cidades viram as suas próprias cenas encontrar aclamação popular. Estas incluíram Miami, Atlanta, St. Louis e Nova Orleans.
Os principais rappers da história do país são Tupac Shakur, 50 Cent, Snoop Dogg, The Notorious B.I.G, Busta Rhymes, Eminem, The Game, Proof, Chingy, Kanye West, entre outros.
Por muitos anos, o hip hop permaneceu conhecido apenas nos bairros mais humildes de Nova York, mas começou a se espalhar para áreas urbanas próximas como Filadélfia e Nova Jersey com o tempo. Durante o início em meados de 1980, o hip hop sofreu diversificação regional, enquanto Nova York atingiu o primeiro reconhecimento nacional pelas gravações do hip hop. Cidades como Miami, Los Angeles, Detroit, Cleveland, Atlanta, Chicago, Houston, Dallas e Memphis desenvolveram os seus próprios estilos, incorporando influências locais.
Começando com NWA, o hip hop da costa leste, baseado principalmente em Los Angeles, se tornou um sucesso. Pela primeira vez, Nova Iorque não foi a única cidade no mapa do hip hop. Os dois eram rivais em muitas maneiras, estimulando a rivalidade das Costas Leste-Oeste. No final dos anos 90, muitas cidades viram as suas próprias cenas encontrar aclamação popular. Estas incluíram Miami, Atlanta, St. Louis e Nova Orleans.
Os principais rappers da história do país são Tupac Shakur, 50 Cent, Snoop Dogg, The Notorious B.I.G, Busta Rhymes, Eminem, The Game, Proof, Chingy, Kanye West, entre outros.
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